Renomadas empresas 
inspiram adesão ao 
Programa de Benefício
em Medicamentos

Empresas incentivam 
funcionários a largar
o cigarro e a tomar 
cuidados com a saúde

Falta de recursos induz
a uso equivocado de 
medicamentos

Tem remédio para a 
saúde ?

Remédios ficarão mais 
caros no final do mês

Benefício concedido a 
funcionários pode evitar o
consumo de remédios 
falsificados

Uma dose de boa vontade 
para a saúde no Brasil

Programa de Benefício em 
Medicamentos pode ajudar
a desonerar gastos do INSS
com doenças do trabalho

PBM inibe a automedicação e
ajuda a reduzir os possóveis
riscos à saúde

Subsídio a remédios reduz custo
das empresas com saúde de 
funcionários

Subsídio para  compra de 
remédios deve beneficiar 6 
milhões de empregados no Brasil
até o fim do ano

Pesquisa revela satisfação do RH 
de 120 empresas com Programa 
de Benefício em Medicamentos

Benefício em medicamentos 
promove estilo de vida mais 
saudável para os funcionários

Empresa que subsidia remédios 
reduz número de faltas entre os 
empregados

PBM ajuda reduzir gastos com 
remédios, maior despesa com 
saúde entre brasileiros

Maior interesse de funcionários 
por benefícios estimula planos 
empresariais para medicamentos

Incentivo fiscal por 
funcionários mais saudáveis

Associação defende incentivo 
fiscal para que empresas 
subsidiem remédios a 
funcionários

Subsidiar remédio para 
funcionários é estratégia que 
ganha impulso no Brasil



Ex-Libris Comunicação Integrada

Jornalistas Responsáveis:

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Ana Carolina Esmeraldo
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Hoje, mais de 2 milhões de pessoas já usufruem no Brasil do 
PBM Programa de Benefício em Medicamentos; setor acredita 
que esse número pode crescer até 10 vezes em 5 anos.

Embora ainda não seja tão comum quanto o ticket-refeição 
ou o plano de assistência médica e odontológica, o PBM 
(Programa de Benefício em Medicamentos) já é oferecido a 
muitos funcionários de grandes empresas brasileiras. Hoje, 
de acordo com a Associação Brasileira das Empresas 
Operadoras de PBM (PBMA), cerca de 2 milhões de pessoas 
já recebem este benefício das empresas onde trabalham. 
“Fora do Brasil, em países mais desenvolvidos, os 
empregados já estão acostumados a isso. Aqui, as 
empresas estão começando a compreender as vantagens 
de aderir ao PBM e a população a reconhecer sua
importância”, diz Luiz Monteiro, presidente da PBMA.  

Ele acredita que, em muitos casos, o funcionário consegue 
um bom atendimento médico, realiza os exames 
necessários e obtém o diagnóstico e a prescrição para o 
tratamento medicamentoso, mas deixa de fazê-lo por falta 
de recursos financeiros. Com o subsídio que o benefício 
oferece (em algumas empresas, pode chegar a 100% do 
valor dos remédios), os funcionários têm mais chances de 
seguir corretamente o tratamento, reduzindo o nível de 
absenteísmo e aumentando a produtividade da empresa. 
“O funcionário saudável rende mais e falta menos. Por 
outro lado, a empresa diminui os índices de sinistralidade 
e também os custos com saúde”, defende Monteiro. 

A empresa que adota o PBM pode oferecê-lo de duas 
maneiras aos seus funcionários: Desconto em Folha 
(o crédito oferecido pela empresa para a compra do 
remédio é deduzido do salário do funcionário); ou 
Subsídio de Medicamentos (a empresa participa 
financeiramente sobre o valor dos medicamentos). 
Atualmente, a primeira opção é a mais utilizada pelas 
empresas. De acordo com a PBMA, cerca de 80% das 
empresas do país preferem descontar o benefício do 
holerite dos empregados. Porém, é crescenteo número 
de empresas que co-participam do custeio das receitas 
médicas, aderindo nesses casos a formas mais 
modernas de gestão e controles possibilitados pelas 
PBMs.

 “Acreditamos que dentro de 5 anos teremos um número 
muito maior de empresas que oferecem PBM aos seus 
funcionários, aumentando a população de beneficiados 
para 20 milhões em todo o país”, diz Monteiro. Para o 
presidente da PBMA, um dos fatores que pode contribuir 
ainda mais para esse crescimento é a criação pelo 
governo de incentivos fiscais para os empregadores, a 
exemplo do PAT – Programa de Alimentação do 
Trabalhador. “Dentro deste possível cenário, subiria 
consideravelmente o número de empresas interessadas 
em oferecer PBM aos seus funcionários, apontam 
pesquisas realizadas por empresas do setor”, 
conclui Monteiro. 


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