Renomadas empresas 
inspiram adesão ao 
Programa de Benefício
em Medicamentos

Empresas incentivam 
funcionários a largar
o cigarro e a tomar 
cuidados com a saúde

Falta de recursos induz
a uso equivocado de 
medicamentos

Tem remédio para a 
saúde ?

Remédios ficarão mais 
caros no final do mês

Benefício concedido a 
funcionários pode evitar o
consumo de remédios 
falsificados

Uma dose de boa vontade 
para a saúde no Brasil

Programa de Benefício em 
Medicamentos pode ajudar
a desonerar gastos do INSS
com doenças do trabalho

PBM inibe a automedicação e
ajuda a reduzir os possóveis
riscos à saúde

Subsídio a remédios reduz custo
das empresas com saúde de 
funcionários

Subsídio para  compra de 
remédios deve beneficiar 6 
milhões de empregados no Brasil
até o fim do ano

Pesquisa revela satisfação do RH 
de 120 empresas com Programa 
de Benefício em Medicamentos

Benefício em medicamentos 
promove estilo de vida mais 
saudável para os funcionários

Empresa que subsidia remédios 
reduz número de faltas entre os 
empregados

PBM ajuda reduzir gastos com 
remédios, maior despesa com 
saúde entre brasileiros

Maior interesse de funcionários 
por benefícios estimula planos 
empresariais para medicamentos

Incentivo fiscal por 
funcionários mais saudáveis

Associação defende incentivo 
fiscal para que empresas 
subsidiem remédios a 
funcionários

Subsidiar remédio para 
funcionários é estratégia que 
ganha impulso no Brasil



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Remédios lideram causas de intoxicação no país, de 
acordo com a Anvisa

Mais de dois milhões de funcionários no país recebem 
atualmente subsídio para a compra de medicamentos. Com a 
ajuda que as empresas oferecem, os funcionários podem 
seguir corretamente o tratamento medicamentoso prescrito 
por um especialista, sem precisar abandoná-lo ou trocá-lo 
por outros remédios mais baratos e sem qualquer orientação 
médica. Ou seja, o Programa de Benefício em Medicamentos 
(PBM) facilita o acesso aos remédios recomendados, além de
evitar que muitas pessoas se arrisquem com a prática da 
automedicação.

“Muita gente deixa de comprar um determinado remédio por 
falta de dinheiro e busca uma opção mais em conta, 
acreditando que também resolverá o problema. Mas não 
imagina exatamente os riscos que corre com a 
automedicação”, diz Rodrigo Bacellar, diretor da PBMA 
– Associação Brasileira das Empresas Operadoras de PBM. 
Ele conta que as empresas no país subsidiam, em média, 53%
do valor dos remédios. Petrobras, Unilever, Nestlé, Oi e IBM 
são alguns exemplos de empresas que já oferecem esse 
benefício a seus funcionários.

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária 
(Anvisa), a intoxicação por medicamentos ocupa o primeiro 
lugar entre as causas de intoxicação registradas em todo o 
país, à frente dos produtos de limpeza, dos agrotóxicos e 
dos alimentos estragados. “Os analgésicos, os antitérmicos 
e os antiinflamatórios representam as classes de 
medicamentos que mais intoxicam”, completa o diretor da 
PBMA. Bacellar faz alguns alertas sobre os riscos da 
automedicação e também dá dicas de como proceder em 
casos de eventual intoxicação. Confira: 

- Mesmo para os medicamentos de venda livre 
(considerados de baixo risco e que não exigem prescrição 
médica), solicite orientação ao farmacêutico – não o 
confunda com o balconista;

- Evite tomar medicamentos por indicação de parentes, 
amigos, vizinhos ou conhecidos;  

- Verifique na bula do medicamento a dose recomendada e
não ultrapasse a quantidade permitida, seguindo à indicação
prescrita pelo médico;

 

- Na consulta, lembre-se de sempre informar ao médico se 
usa algum outro medicamento e se tem o hábito de ingerir 
bebida alcoólica e com qual frequência;  

- Nunca jogue as embalagens dos remédios fora e confira 
o prazo de validade sempre que for usar algum 
medicamento guardado em casa. Muitas pessoas se 
intoxicam ingerindo sobras, geralmente com prazo de 
validade vencido; 

- Ao perceber qualquer sintoma ou algum efeito 
colateral não informado na bula, procure ajuda médica;


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