Renomadas empresas 
inspiram adesão ao 
Programa de Benefício
em Medicamentos

Empresas incentivam 
funcionários a largar
o cigarro e a tomar 
cuidados com a saúde

Falta de recursos induz
a uso equivocado de 
medicamentos

Tem remédio para a 
saúde ?

Remédios ficarão mais 
caros no final do mês

Benefício concedido a 
funcionários pode evitar o
consumo de remédios 
falsificados

Uma dose de boa vontade 
para a saúde no Brasil

Programa de Benefício em 
Medicamentos pode ajudar
a desonerar gastos do INSS
com doenças do trabalho

PBM inibe a automedicação e
ajuda a reduzir os possóveis
riscos à saúde

Subsídio a remédios reduz custo
das empresas com saúde de 
funcionários

Subsídio para  compra de 
remédios deve beneficiar 6 
milhões de empregados no Brasil
até o fim do ano

Pesquisa revela satisfação do RH 
de 120 empresas com Programa 
de Benefício em Medicamentos

Benefício em medicamentos 
promove estilo de vida mais 
saudável para os funcionários

Empresa que subsidia remédios 
reduz número de faltas entre os 
empregados

PBM ajuda reduzir gastos com 
remédios, maior despesa com 
saúde entre brasileiros

Maior interesse de funcionários 
por benefícios estimula planos 
empresariais para medicamentos

Incentivo fiscal por 
funcionários mais saudáveis

Associação defende incentivo 
fiscal para que empresas 
subsidiem remédios a 
funcionários

Subsidiar remédio para 
funcionários é estratégia que 
ganha impulso no Brasil



Ex-Libris Comunicação Integrada

Jornalistas Responsáveis:

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Número de empregados beneficiados com a compra de 
remédios subsidiados seria muito maior se o governo 
implantasse uma política de incentivos fiscais para a 
adoção do programa, diz presidente da PBMA

Ainda pouco difundido no Brasil, o Programa de Benefício em
Medicamentos (PBM) pode ajudar a diminuir os gastos do 
Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) com 
problemas de saúde da população e os afastamentos 
provocados por doenças do trabalho. De acordo com o 
Ministério da Previdência Social, de janeiro a novembro de 
2012 o INSS desembolsou R$ 13,69 bilhões para pagar 
benefícios de afastamentos previdenciários, além de mais 
R$ 30,86 bilhões para apoiar profissionais que nunca mais 
poderão exercer suas atividades normalmente.

“Oferecido por empresas aos seus funcionários, o subsídio a 
medicamentos permite à população melhores cuidados com 
a saúde, desonerando o Estado. Muitas doenças são 
agravadas porque não são tratadas corretamente quando 
diagnosticadas, já que muitas pessoas não têm condições 
financeiras de seguir o tratamento medicamentoso prescrito 
pelo especialista e o abandona. Tal situação é 
particularmente dramática nos casos de doenças crônicas 
como diabetes, hipertensão e doença pulmonar obstrutiva 
crônica (DPOC). A conta, depois, sobra para o INSS, que 
arca com os custos destas doenças em suas fases tardias"
diz Luiz Monteiro, presidente da PBMA – Associação 
Brasileira das Empresas Operadoras de PBM.

As empresas, em média, subsidiam 50% do valor dos 
remédios aos seus funcionários. O Brasil conta atualmente 
com um pouco mais de dois milhões de beneficiários. 
Petrobras, Unilever, Nestlé, Oi e IBM estão entre as 
empresas que já aderiram ao PBM. Mas o presidente da 
PBMA diz que o número de empregados beneficiados com 
subsídio por parte do empregador seria muito maior se o 
governo implantasse uma política de incentivos fiscais 
para as empresas que adotassem o programa. “Nossa 
meta por aqui é chegar a 20 milhões até 2017”, 
diz Monteiro. 

Ele se escuda em pesquisa realizada pelo setor entre 120
empresas de diversas áreas de atuação e diferentes 
regiões do país, que juntas somam mais de 520 mil 
empregados e faturamento anual superior a R$ 236 
bilhões – valor equivalente a 8% do nosso PIB (Produto 
Interno Bruto). “Mais de 80% dos gestores entrevistados
disseram que ofereceriam esse benefício aos seus 
funcionários se houvesse algum tipo de incentivo fiscal 
para a empresa, como acontece, por exemplo, com o 
Programa de Alimentação do Trabalhador”, 
afirma Monteiro. 

 

Por fim, no ano passado, o Senado Federal também 
divulgou que os gastos do Brasil com acidentes e 
doenças do trabalho correspondem, em média, a 4% 
do PIB.


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