Renomadas empresas 
inspiram adesão ao 
Programa de Benefício
em Medicamentos

Empresas incentivam 
funcionários a largar
o cigarro e a tomar 
cuidados com a saúde

Falta de recursos induz
a uso equivocado de 
medicamentos

Tem remédio para a 
saúde ?

Remédios ficarão mais 
caros no final do mês

Benefício concedido a 
funcionários pode evitar o
consumo de remédios 
falsificados

Uma dose de boa vontade 
para a saúde no Brasil

Programa de Benefício em 
Medicamentos pode ajudar
a desonerar gastos do INSS
com doenças do trabalho

PBM inibe a automedicação e
ajuda a reduzir os possóveis
riscos à saúde

Subsídio a remédios reduz custo
das empresas com saúde de 
funcionários

Subsídio para  compra de 
remédios deve beneficiar 6 
milhões de empregados no Brasil
até o fim do ano

Pesquisa revela satisfação do RH 
de 120 empresas com Programa 
de Benefício em Medicamentos

Benefício em medicamentos 
promove estilo de vida mais 
saudável para os funcionários

Empresa que subsidia remédios 
reduz número de faltas entre os 
empregados

PBM ajuda reduzir gastos com 
remédios, maior despesa com 
saúde entre brasileiros

Maior interesse de funcionários 
por benefícios estimula planos 
empresariais para medicamentos

Incentivo fiscal por 
funcionários mais saudáveis

Associação defende incentivo 
fiscal para que empresas 
subsidiem remédios a 
funcionários

Subsidiar remédio para 
funcionários é estratégia que 
ganha impulso no Brasil



Ex-Libris Comunicação Integrada

Jornalistas Responsáveis:

Marco Berringer
(11) 3266-6088 ramal 223
marcopaulo@libris.com.br

Ana Carolina Esmeraldo
 (11) 3266-6088 ramal 201
anacarolina@libris.com.br



NAvaliação divulgada no início deste ano pela Agência 
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aponta que os 
remédios comercializados no Brasil, entre 2004 e 2011, 
tiveram um custo 35% menor para os consumidores do 
que o sugerido pelos fabricantes. O feito se deu graças à 
Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos 
(CMED), criada em 2003, justamente para monitorar os 
preços dos remédios comercializados no país, de acordo 
com regras pré-estabelecidas. No entanto, apesar desse 
avanço, pesquisa divulgada em 2012 pelo Instituto 
Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) revela que o 
gasto com a saúde está entre as quatro maiores 
despesas das famílias brasileiras - junto com habitação, 
alimentação e transporte. 

Num país em que grande parte da população enfrenta 
enormes dificuldades para ter acesso a cuidados médicos
e onde os investimentos públicos na área da saúde 
parecem cada vez mais escassos, a participação do 
setor privado se torna cada vez mais importante e 
indispensável.  Cientes disso, grandes empresas já 
aderiram ao PBM – Programa de Benefício em 
Medicamentos, que oferece aos seus funcionários 
subsídio para a compra de remédios em uma rede de 
farmácias credenciadas, garantindo cobertura que pode
chegar a até 100% do valor – embora a média 
praticada seja de 53%. Entre as empresas que já 
oferecem este benefício para os seus funcionários 
estão a Petrobras, Unilever, Nestlé, Oi e IBM.

Porém, mesmo tendo grandes empresas já adeptas do 
PBM, o conceito ainda não é muito conhecido no Brasil. 
Hoje, pouco mais de 2 milhões de empregados recebem 
subsídio das empresas onde trabalham para a compra 
de medicamentos. Nos Estados Unidos, onde o subsídio
é oferecido a funcionários desde a década de 1980, já 
são mais de 200 milhões de beneficiários. No entanto, 
há uma grande expectativa de que o número de 
beneficiários no Brasil cresça consideravelmente nos 
próximos anos, atingindo a marca de 20 milhões 
até 2017. A própria difusão do PBM, o aumento da 
importância de benefícios para o orçamento dos 
funcionários e os possíveis incentivos fiscais que 
podem vir a ser concedidos pelo governo devem 
contribuir para isso. 

Todos saem ganhando. O funcionário passa a ter mais
condições de seguir o tratamento medicamentoso 
prescrito pelo especialista e, consequentemente, a 
cuidar melhor da sua saúde; a empresa passa a 
contar com funcionários mais produtivos, diminui o 
número de absenteísmo e de diversas despesas com 
a saúde dos empregados; o governo também 
reduziria gastos, como, por exemplo, os do Instituto 
Nacional de Seguridade Social (INSS), com 
problemas de saúde da população e com os 
afastamentos provocados por doenças do 
trabalho. De janeiro a novembro do ano passado, 
só para apoiar profissionais que nunca mais 
poderão exercer normalmente suas atividades, o 
INSS desembolsou mais de R$ 30 bilhões.

Como se vê, é possível promover melhorias à 
saúde da população. Basta apenas uma dose de
boa vontade!

* Fabio Hansen é diretor da PBMA – Associação 
Brasileira das Empresas Operadoras de PBM.


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