Renomadas empresas 
inspiram adesão ao 
Programa de Benefício
em Medicamentos

Empresas incentivam 
funcionários a largar
o cigarro e a tomar 
cuidados com a saúde

Falta de recursos induz
a uso equivocado de 
medicamentos

Tem remédio para a 
saúde ?

Remédios ficarão mais 
caros no final do mês

Benefício concedido a 
funcionários pode evitar o
consumo de remédios 
falsificados

Uma dose de boa vontade 
para a saúde no Brasil

Programa de Benefício em 
Medicamentos pode ajudar
a desonerar gastos do INSS
com doenças do trabalho

PBM inibe a automedicação e
ajuda a reduzir os possóveis
riscos à saúde

Subsídio a remédios reduz custo
das empresas com saúde de 
funcionários

Subsídio para  compra de 
remédios deve beneficiar 6 
milhões de empregados no Brasil
até o fim do ano

Pesquisa revela satisfação do RH 
de 120 empresas com Programa 
de Benefício em Medicamentos

Benefício em medicamentos 
promove estilo de vida mais 
saudável para os funcionários

Empresa que subsidia remédios 
reduz número de faltas entre os 
empregados

PBM ajuda reduzir gastos com 
remédios, maior despesa com 
saúde entre brasileiros

Maior interesse de funcionários 
por benefícios estimula planos 
empresariais para medicamentos

Incentivo fiscal por 
funcionários mais saudáveis

Associação defende incentivo 
fiscal para que empresas 
subsidiem remédios a 
funcionários

Subsidiar remédio para 
funcionários é estratégia que 
ganha impulso no Brasil



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Especialista aponta saídas para facilitar o acesso da 
população a medicamentos

Os preços dos medicamentos vendidos no país 
poderão ser reajustados a partir do dia 30. O anúncio 
foi publicado no Diário Oficial do último dia 12. De 
acordo com a Câmara de Regulação do Mercado de 
Medicamentos, do Ministério da Saúde, o reajuste 
deve ser calculado com base no Índice Nacional de 
Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), entre março de 
2011 e fevereiro de 2012, nos ganhos de produtividade
das empresas de medicamentos e no preço dos insumos
usados na produção dos remédios. 

“É justo que as empresas reajustem o preço de seus 
produtos. É a lei do mercado. No entanto, o grave 
problema da falta de acesso a medicamentos deve ficar
ainda mais complicado para a população. Precisamos de
alguma saída que melhore as condições de quem precisa
e não consegue seguir um tratamento medicamentoso, 
por não ter recursos suficientes para isso”, diz Rodrigo 
Bacellar, diretor da PBMA – Associação Brasileira das 
Empresas Operadora de PBM (Programa de Benefício 
em Medicamentos).  

Segundo pesquisa divulgada em 2012 pelo Instituto 
Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), o gasto 
com a saúde está entre as quatro maiores despesas 
das famílias brasileiras - junto com habitação, 
alimentação e transporte. “Muitas pessoas interrompem
o tratamento porque o dinheiro acaba”, diz Bacellar. Ele 
acredita que se mais empresas adotassem o PBM, por 
meio de incentivos fiscais, e o Governo isentasse os 
remédios de impostos, esse problema estaria muito 
próximo de uma solução.

“Pesquisas do setor apontam que mais empresas 
adotariam o PBM se houvesse incentivo fiscal, como 
acontece com o Programa de Alimentação ao 
Trabalhador (PAT)”, afirma o diretor da PBMA. Hoje, 
no país, um pouco mais de 2 milhões de pessoas 
recebem algum tipo de subsídio para compra de 
medicamentos das empresas onde trabalham. A ajuda 
oferecida pelas empresas é de, em média, 50% do 
valor dos remédios. Unilever, Nestlé, Petrobras, IBM e
Oi são alguns exemplos de empresas que já aderiram 
ao PBM.

Quanto à isenção de impostos, Bacellar sugere o fim 
da cobrança do PIS, COFINS e ICMS sobre 
medicamentos. “Recentemente foi divulgada uma 
simulação em que os remédios ficariam 11% mais 
baratos, se o Governo cortasse o PIS e a COFINS. 
Em alguns casos, a diferença chegaria a 27% se 
houvesse isenção também do ICMS”, diz Bacellar. 
“Com a queda de investimentos públicos nessa 
área, é imprescindível que outras medidas sejam 
adotadas pelo Governo, mas com urgência”, 
conclui.


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