Renomadas empresas 
inspiram adesão ao 
Programa de Benefício
em Medicamentos

Empresas incentivam 
funcionários a largar
o cigarro e a tomar 
cuidados com a saúde

Falta de recursos induz
a uso equivocado de 
medicamentos

Tem remédio para a 
saúde ?

Remédios ficarão mais 
caros no final do mês

Benefício concedido a 
funcionários pode evitar o
consumo de remédios 
falsificados

Uma dose de boa vontade 
para a saúde no Brasil

Programa de Benefício em 
Medicamentos pode ajudar
a desonerar gastos do INSS
com doenças do trabalho

PBM inibe a automedicação e
ajuda a reduzir os possóveis
riscos à saúde

Subsídio a remédios reduz custo
das empresas com saúde de 
funcionários

Subsídio para  compra de 
remédios deve beneficiar 6 
milhões de empregados no Brasil
até o fim do ano

Pesquisa revela satisfação do RH 
de 120 empresas com Programa 
de Benefício em Medicamentos

Benefício em medicamentos 
promove estilo de vida mais 
saudável para os funcionários

Empresa que subsidia remédios 
reduz número de faltas entre os 
empregados

PBM ajuda reduzir gastos com 
remédios, maior despesa com 
saúde entre brasileiros

Maior interesse de funcionários 
por benefícios estimula planos 
empresariais para medicamentos

Incentivo fiscal por 
funcionários mais saudáveis

Associação defende incentivo 
fiscal para que empresas 
subsidiem remédios a 
funcionários

Subsidiar remédio para 
funcionários é estratégia que 
ganha impulso no Brasil



Ex-Libris Comunicação Integrada

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Ana Carolina Esmeraldo
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Foi publicado no Diário Oficial da última quinta-feira, 4 de 
abril, o reajuste dos preços dos medicamentos vendidos 
no país, autorizado pela Câmara de Regulação do Mercado
 de Medicamentos, do Ministério da Saúde. Deve ser, no 
máximo, de 6,31%. O cálculo do reajuste foi baseado 
no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 
(IPCA), entre março de 2011 e fevereiro de 2012, nos 
ganhos de produtividade das empresas de medicamentos 
e no preço dos insumos usados na produção dos remédios. 

É justo que as empresas reajustem o preço de seus 
produtos. É a lei do mercado. 

No entanto, o grave problema da falta de acesso a 
medicamentos deve ficar ainda pior depois que forem 
colocados nas prateleiras das farmácias remédios com 
novos preços. Para se ter uma idéia, pesquisa divulgada 
em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e 
Estatísticas (IBGE) mostrou que o gasto com a saúde 
está entre as quatro maiores despesas das famílias 
brasileiras - junto com habitação, alimentação e 
transporte. Acontece que poucas conseguem arcar 
com essa despesa e muitas pessoas interrompem o 
tratamento por falta dinheiro.

Diante disso, o Brasil necessita buscar urgentemente 
saídas que melhorem as condições de quem precisa e 
não consegue seguir um tratamento medicamentoso, 
por não ter recursos suficientes. Muito comum nos 
Estados Unidos, o Pharmacy Benefit Management (PBM), 
aqui traduzido como Programa de Benefício em 
Medicamentos, já conta com mais de 200 milhões de 
americanos beneficiados. Lá, mais de 90% das 
prescrições médicas são aviadas pelo canal PBM. Já no 
Brasil, ainda poucas empresas oferecem esse benefício 
para seus funcionários, que consiste em subsidiar a 
compra de remédios em farmácias credenciadas. Mas, 
com a popularização do PBM por aqui, este número 
deve crescer muito nos próximos anos. Hoje, há um 
pouco mais de 2 milhões de beneficiários.

Porém, uma pesquisa realizada pelo setor apontou que 
mais empresas adotariam o PBM se houvesse incentivo 
fiscal por parte do Governo, como acontece com o 
Programa de Alimentação ao Trabalhador (PAT). O 
Governo estaria disposto a conceder tais incentivos? 
Simulações divulgadas recentemente mostraram que os 
remédios ficariam 11% mais baratos se fossem isentos 
de PIS e Cofins. Em alguns casos, a diferença chegaria 
a 27% se houvesse isenção também do ICMS. É possível
isentar os remédios de tais tributos? Com a queda de 
investimentos públicos na saúde, é imprescindível que 
outras medidas sejam adotadas pelo Governo. 

*Luiz Monteiro é presidente da PBMA - Associação 
Brasileira das Empresas Operadoras de PBM (Programa 
de Benefício em Medicamentos).


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