Renomadas empresas 
inspiram adesão ao 
Programa de Benefício
em Medicamentos

Empresas incentivam 
funcionários a largar
o cigarro e a tomar 
cuidados com a saúde

Falta de recursos induz
a uso equivocado de 
medicamentos

Tem remédio para a 
saúde ?

Remédios ficarão mais 
caros no final do mês

Benefício concedido a 
funcionários pode evitar o
consumo de remédios 
falsificados

Uma dose de boa vontade 
para a saúde no Brasil

Programa de Benefício em 
Medicamentos pode ajudar
a desonerar gastos do INSS
com doenças do trabalho

PBM inibe a automedicação e
ajuda a reduzir os possóveis
riscos à saúde

Subsídio a remédios reduz custo
das empresas com saúde de 
funcionários

Subsídio para  compra de 
remédios deve beneficiar 6 
milhões de empregados no Brasil
até o fim do ano

Pesquisa revela satisfação do RH 
de 120 empresas com Programa 
de Benefício em Medicamentos

Benefício em medicamentos 
promove estilo de vida mais 
saudável para os funcionários

Empresa que subsidia remédios 
reduz número de faltas entre os 
empregados

PBM ajuda reduzir gastos com 
remédios, maior despesa com 
saúde entre brasileiros

Maior interesse de funcionários 
por benefícios estimula planos 
empresariais para medicamentos

Incentivo fiscal por 
funcionários mais saudáveis

Associação defende incentivo 
fiscal para que empresas 
subsidiem remédios a 
funcionários

Subsidiar remédio para 
funcionários é estratégia que 
ganha impulso no Brasil



Ex-Libris Comunicação Integrada

Jornalistas Responsáveis:

Marco Berringer
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marcopaulo@libris.com.br

Ana Carolina Esmeraldo
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anacarolina@libris.com.br



Associação acredita que muitos optam por remédios mais
baratos que os prescritos por um médico, apostando na 
mesma eficácia e sem avaliar os riscos 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está 
lançando uma “Força de Trabalho” com o objetivo de 
conscientizar a população para os cuidados e a 
importância do uso racional de medicamentos, propondo 
medidas que estimulem a exigência da prescrição médica 
(receita) no ato do fornecimento de remédios nas 
drogarias e farmácias. Na última sexta-feira, dia 3, 
representantes da indústria farmacêutica, do mercado 
varejista e outros especialistas no assunto se reuniram 
para discutir o assunto. 

A PBMA – Associação Brasileira das Empresas Operadoras 
de PBM (Programa de Benefício em Medicamentos) apóia 
a iniciativa da Anvisa, mas acredita que o problema da 
automedicação está principalmente na impossibilidade 
de as pessoas comprarem o medicamento prescrito, 
optando por outros mais baratos. “Muitos interrompem 
o tratamento porque o dinheiro para continuar comprando 
o remédio receitado pelo médico acaba. Para não deixar 
de realizá-lo, buscam alternativas que caibam no seu 
bolso”, diz Pierre Schindler, diretor da PBMA.  

A falta de acesso a medicamentos é um problema que 
pode ser resolvido com o PBM, como já acontece em 
países como os Estados Unidos, onde o programa é 
adotado por diversas empresas. Lá, mais de 200 milhões 
de pessoas recebem subsídio de seus empregadores para 
a compra de remédios. Aqui, são um pouco mais de 2 
milhões, segundo a PBMA. “Acreditamos que este número 
vá crescer consideravelmente nos próximos anos, pois 
grandes empresas já entenderam as vantagens de 
oferecer esse benefício aos seus funcionários”, diz 
Schindler. Oi, Petrobras, Nestlé e IBM são alguns 
exemplos. 

A empresa que adota o PBM pode oferecê-lo de duas 
maneiras aos seus funcionários: desconto em Folha 
(o crédito oferecido pela empresa para a compra do 
remédio é deduzido do salário do funcionário); ou 
subsídio (a empresa arca com o valor total ou parcial 
dos medicamentos). Atualmente, a primeira opção é a 
mais utilizada pelas empresas – cerca de 80%, de acordo
 com a PBMA. No caso de subsídio, a ajuda dada pelas 
empresas pode chegar a até 100% do valor do remédio. 
Mas a média, no Brasil, é de aproximadamente 50%. 


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