Renomadas empresas 
inspiram adesão ao 
Programa de Benefício
em Medicamentos

Empresas incentivam 
funcionários a largar
o cigarro e a tomar 
cuidados com a saúde

Falta de recursos induz
a uso equivocado de 
medicamentos

Tem remédio para a 
saúde ?

Remédios ficarão mais 
caros no final do mês

Benefício concedido a 
funcionários pode evitar o
consumo de remédios 
falsificados

Uma dose de boa vontade 
para a saúde no Brasil

Programa de Benefício em 
Medicamentos pode ajudar
a desonerar gastos do INSS
com doenças do trabalho

PBM inibe a automedicação e
ajuda a reduzir os possóveis
riscos à saúde

Subsídio a remédios reduz custo
das empresas com saúde de 
funcionários

Subsídio para  compra de 
remédios deve beneficiar 6 
milhões de empregados no Brasil
até o fim do ano

Pesquisa revela satisfação do RH 
de 120 empresas com Programa 
de Benefício em Medicamentos

Benefício em medicamentos 
promove estilo de vida mais 
saudável para os funcionários

Empresa que subsidia remédios 
reduz número de faltas entre os 
empregados

PBM ajuda reduzir gastos com 
remédios, maior despesa com 
saúde entre brasileiros

Maior interesse de funcionários 
por benefícios estimula planos 
empresariais para medicamentos

Incentivo fiscal por 
funcionários mais saudáveis

Associação defende incentivo 
fiscal para que empresas 
subsidiem remédios a 
funcionários

Subsidiar remédio para 
funcionários é estratégia que 
ganha impulso no Brasil



Ex-Libris Comunicação Integrada

Jornalistas Responsáveis:

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Os funcionários valorizam cada vez mais os benefícios que as 
empresas têm para oferecer. De acordo com estudo divulgado
pelo Hay Group, consultoria de gestão global, os benefícios 
representam hoje até 33% da remuneração anual de um 
funcionário que não ocupe cargo de chefia, enquanto o salário 
mensal e os bônus representam, respectivamente, 60% e 
7%. Essa preferência é um dos fatores que leva a PBMA – 
Associação Brasileira das Empresas Operadoras de PBM 
(Programa de Benefícios em Medicamentos) a apostar que o 
número de funcionários que ganha subsídio para compra de 
remédios saltará de dois milhões para 20 milhões, em todo o 
país, num prazo de cinco anos.

 “Por aqui, grandes empresas já oferecem subsídio para 
compra de medicamentos aos seus funcionários. Mesmo 
assim, o conceito ainda não é muito conhecido no país. Mas 
acreditamos que em pouco tempo se tornará tão popular e 
desejado como os planos de saúde ou os vales
alimentação”, diz Rodrigo Bacellar, diretor da PBMA. 
Petrobras, Unilever, Nestlé, Oi e IBM estão entre as 
empresas que já oferecem esse subsídio aos seus 
funcionários. “Tais benefícios agregam valor. Um 
funcionário não trocará de emprego por um salário pouco 
acima do que ganha se a outra empresa não oferecer nada a
mais. E para quem está sem trabalhar, na hora de avaliar as 
propostas que surgem, isso também pesa no momento da 
escolha”, explica Bacellar.

 Como o gasto com a saúde está entre as quatro maiores 
despesas das famílias brasileiras (junto com habitação, 
alimentação e transporte), ele acredita que o benefício para 
a compra de remédios é um grande atrativo aos profissionais.
“Em muitos casos, as pessoas interrompem o tratamento 
medicamentoso prescrito pelo médico porque não têm mais 
dinheiro para continuar”, diz o diretor da entidade. Isso faz 
com que o funcionário fique sujeito a recaídas ou 
agravamento da doença, podendo até se afastar do trabalho 
por tempo indeterminado. “E a empresa, consequentemente, 
vê seus custos com a saúde subirem.” Por outro lado, 
funcionários saudáveis reduzem a sinistralidade e produzem 
mais.  

 A empresa que adota o PBM pode oferecê-lo de duas 
maneiras aos seus funcionários: desconto em folha (o 
crédito oferecido pela empresa para a compra do remédio é
deduzido do salário do funcionário); ou subsídio de 
medicamentos (a empresa participa financeiramente sobre 
o valor gasto). Atualmente, a primeira opção é a mais 
utilizada pelas empresas. De acordo com a PBMA, cerca de
80% das empresas do país preferem descontar o benefício
do holerite dos empregados. Porém, é crescente o número 
de empresas que coparticipam do custeio das receitas 
médicas, aderindo nesses casos a formas mais modernas 
de gestão e controles possibilitados pelos PBMs.



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